sexta-feira, 15 de outubro de 2010

EVOLUÇÃO E MEIO AMBIENTE

Os dados do IBGE mostram que o gasto de energia voltou a crescer no país. O consumo final de energia per capita passou de 45,5 GJ/hab (gigajoules por habitante) em 2002 para 49,1 GJ/hab em 2006, em decorrência da ampliação da capacidade de geração de energia, especialmente na geração térmica a gás natural – fonte energética que contribui para a elevação do efeito estufa. Em 1992, o consumo per capita de energia no país era de 39,3 GJ/hab.
Por outro lado, após um período de redução quase contínua da participação das fontes renováveis na oferta de energia no Brasil, observou-se, entre 2002 e 2006, um aumento de 41% para 45,1% na sua participação na matriz energética brasileira. Contribuíram para isso o crescimento nos quatro tipos de fontes de energias renováveis: hidráulica e eletricidade (14,0% para 14,8%), derivados da cana-de-açúcar (12,6% para 14,6%), lenha e carvão vegetal (11,9% para 12,6%) e outras fontes primárias renováveis (2,5% para 3,0%). Nesse período, a utilização de fontes não-renováveis decresceu de 59% para 54,9%, com quedas em todas estas fontes, exceto gás natural (7,5% para 9,6%).




JOSÉ DILSON
PÓLO SALINAS

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